O DoorsERP junta portaria, financeiro, comunicação e assembleia num aplicativo só — para síndico, porteiro e morador, cada um com o seu acesso.
Quem é síndico normalmente não foi eleito para isso — é morador que aceitou a função e ficou com a responsabilidade de um prédio inteiro no colo, junto com o próprio trabalho. Quem está na portaria precisa atender rápido, sem travar a fila na entrada. E o morador só quer saber se a encomenda chegou e quanto vai pagar este mês.
O DoorsERP existe para atender essas três pessoas ao mesmo tempo, sem exigir que nenhuma delas vire especialista em nada. A informação fica num lugar só, cada um acessa a parte que lhe cabe, e o que acontece no prédio fica registrado — não depende de alguém lembrar.
Quatro regras que valem mais do que qualquer funcionalidade nova.
Cada condomínio enxerga apenas os próprios registros — nunca os de outro. E cada pessoa dentro dele vê só o que a função dela permite: morador não abre a tela do síndico, porteiro não abre a do financeiro.
O porteiro do turno da noite precisa conseguir usar sem treinamento. Por isso a portaria encadeia as telas sozinha, a busca acha o visitante pelo documento e cada artigo de ajuda diz onde fica a tela de que está falando.
O sistema é dividido em módulos. O condomínio liga o que faz sentido para a realidade dele e deixa o resto desligado — sem pacote fechado, sem fidelidade e sem multa para mudar de ideia depois.
Central de ajuda dentro do próprio aplicativo, assistente de conversa para dúvidas rápidas e atendimento humano por WhatsApp e e-mail quando o caso exige uma pessoa olhando.
O projeto começou observando o problema onde ele acontece: caderno de visitante que rasga, interfone que ninguém atende, planilha de taxa que só o síndico entende e aviso no elevador que ninguém lê.
A primeira decisão estrutural foi separar por completo os dados de cada condomínio e definir o que cada função — síndico, porteiro, morador — pode ver e fazer. Isso veio antes das funcionalidades, não depois.
Aplicativo para celular Android, programa para os computadores da portaria em Windows e Linux, e versão no navegador para quem usa iPhone, iPad ou qualquer outro computador — sem instalar nada.
Entrada do módulo financeiro, com a taxa condominial cobrada por boleto, Pix e cartão e o dinheiro caindo na conta do condomínio. E a mudança de planos fechados para contratação módulo a módulo.
Promessa que a gente não consegue cumprir não entra aqui.
30 dias com todos os módulos liberados, sem cartão de crédito. É para o condomínio descobrir na prática o que usa — e o que não usa.
O morador exclui a própria conta pelo aplicativo e pode pedir acesso, correção ou exclusão dos dados pessoais, como manda a Lei Geral de Proteção de Dados.
Mesmo em atraso, o financeiro e a portaria nunca ficam totalmente bloqueados: seguem acessíveis para consulta. Ninguém perde o próprio histórico por causa de uma fatura.
As páginas de módulo trazem os limites junto com os benefícios. É melhor perder uma venda do que entregar um condomínio frustrado no primeiro mês.
Comece pelos módulos: cada um explica o problema que resolve e quanto custa por mês. Se ainda tiver dúvida, o teste de 30 dias responde melhor que qualquer apresentação.